Ex-ator pornô que virou pastor diz que “silêncio espiritual” impede propósito de Deus

Joshua Broome alertou que o silêncio espiritual tem impedido homens de viverem seu propósito em Deus. Segundo ele, a omissão tem sido uma das maiores estratégias do inimigo.

fonte: Guiame, com informações de CBN News

Atualizado: Terça-feira, 17 Março de 2026 as 9:50

Joshua Broome. (Foto: Reprodução/YouTube/Crosspoint City Church)
Joshua Broome. (Foto: Reprodução/YouTube/Crosspoint City Church)

O ex-ator pornô Joshua Broome, que virou pastor e defensor da luta contra a pornografia e exploração sexual, afirmou que muitos homens enfrentam dificuldades em viver o propósito para o qual foram criados e alertou para uma estratégia espiritual maligna por trás disso.

Desde que se rendeu a Cristo, Joshua tem dedicado sua vida a despertar homens para viverem sua identidade em Deus e assumirem um papel ativo na fé, na família e na sociedade.

“Se Satanás não conseguir roubar sua salvação, ele se contentará com seu silêncio”, disse ele no podcast The Bible Bros Podcast With Billy and Dalton, apresentado por Billy Hallowell e Dalton Harper.

E continuou: “E, se ele conseguir silenciar um homem, essa é a segunda maior vitória que ele poderia conquistar”.

‘Estamos sendo doutrinados por alguma coisa’

Segundo o pastor, o silêncio se tornou “uma espécie de kriptonita para os homens e para a cultura”. Ele destacou que a omissão diante de valores e verdades bíblicas abre espaço para outras influências moldarem a sociedade.

“O que não dizemos diz algo — e o que não dizemos diz algo muito alto. E quando as pessoas proclamam suas agendas, suas ideologias, e não há reação contra isso, estamos sendo doutrinados por alguma coisa”, explicou Joshua.

O pastor observou que a liderança começa no âmbito pessoal e se estende à família e à cultura. 

“Você não está liderando a si mesmo se não estiver liderando sua família, se não estiver influenciando a cultura”, afirmou ele.

A partir disso, o pastor tem incentivado homens a se aproximarem de Jesus e a se tornarem “líderes de seus lares, a transmitirem vida a seus filhos, a inspirarem vida em seus locais de trabalho, em sua cultura, onde quer que estejam”.

 

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