Uma mulher, de 47 anos, invadiu uma igreja evangélica portando uma arma e fez disparos, no centro de Governador Valadares, em Minas Gerais, na última sexta-feira (17). No momento, não estava acontecendo culto.
Em relato à Polícia Militar (PM), uma testemunha disse que a mulher entrou na Igreja do Evangelho Quadrangular com uma arma calibre 38 na mão, bastante transtornada e nervosa.
Ela atirou contra o telão da igreja. Em seguida, subiu no altar e arremessou objetos ao chão, incluindo equipamentos de iluminação, taças de vidro e um teclado. Alguns materiais ficaram danificados.
A mulher também disparou contra a mesa de som. Ela tentou atirar novamente, mas a arma não disparou.
Segundo duas testemunhas, a mulher não as ameaçou, mas insistiu que queria falar com o pastor da igreja e expressou a intenção de matá-lo.
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A polícia foi chamada e os policiais iniciaram uma negociação com a mulher, que aparentava estar muito nervosa conforme a PM.
Então, a mulher deixou a arma sobre um banco, se afastou e se sentou em outro banco, no fundo da igreja.
Ela foi presa em flagrante, recebeu atendimento de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e foi levada à delegacia.
Os policiais apreenderam a arma da mulher e o caso será investigado pela Polícia Civil.
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A Polícia Militar informou ainda que a mulher já possuía registros envolvendo a igreja e o pastor.
Em nota, a Igreja do Evangelho Quadrangular informou que tomou todas as providências jurídicas e de segurança, priorizando a proteção dos membros, visitantes, pastores e colaboradores.
“Reafirmamos nosso compromisso com a paz, a segurança e o bem-estar de todos que frequentam nossa igreja. Seguimos confiantes de que estamos guardados por Deus, tanto no âmbito espiritual quanto no físico, sem deixar de adotar todas as medidas necessárias para garantir a segurança de nossa comunidade”, afirmou.
Segundo a denominação, a mulher já havia pertubado o local de culto anteriormente.
“Na primeira ocorrência, foram tomadas as medidas cabíveis, com o registro de boletim. A mulher foi ouvida na delegacia, ocasião em que informou fazer uso de medicamentos controlados. Na última sexta-feira, a mesma mulher retornou às dependências da igreja em estado de grande agitação, portando uma arma”, declarou.