Bebê nasce sem doença cardíaca diagnosticada no útero: "Deus o curou"

Diagnosticado com um grave problema cardíaco ainda no útero, Cole nasceu sem sinais da doença e não precisou da cirurgia que os médicos haviam planejado.

fonte: Guiame, com informações de AG News

Atualizado: Terça-feira, 9 Junho de 2026 as 4:56

Cole. (Foto: Reprodução/AG News)
Cole. (Foto: Reprodução/AG News)

Um bebê que corria risco de morte devido a um grave problema cardíaco diagnosticado ainda no útero surpreendeu os médicos ao nascer sem qualquer sinal da doença nos Estados Unidos.

Com 26 semanas de gestação, Abby Baysinger passou por uma série de exames e os médicos perceberam que o coração do bebê, Cole, não estava se desenvolvendo normalmente.

O diagnóstico foi de coartação da aorta, uma condição em que uma parte da principal artéria que leva o sangue do coração para o corpo é mais estreita do que deveria.

Segundo especialistas, esse estreitamento dificulta a circulação sanguínea e é considerado um problema cardíaco grave. Abby e o esposo, Logan Welch, foram informados de que Cole precisaria passar por uma cirurgia logo após o nascimento para sobreviver.

“Fizeram mais ultrassonografias e exames e confirmaram o diagnóstico e determinaram que a cirurgia teria que ser feita logo após o nascimento”, disse a avó, Aubrey Welch, à AG News.

“Disseram que a única razão pela qual ele estava vivo era porque ainda estava no útero. Também pediram para a Abby voltar a cada duas semanas para fazer mais exames para ver se o coração estava crescendo e o que estava acontecendo”, acrescentou.

Resposta de oração

Diante do prognóstico, familiares, amigos e membros de igrejas iniciaram uma corrente de oração pelo bebê

Durante meses, os exames continuaram apontando a mesma condição, reforçando a necessidade da cirurgia.

Os médicos da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) tinham expectativas de que Cole nascesse assim que completasse 38 semanas. No entanto, com 35 semanas de gestação, Abby entrou em trabalho de parto.

"Ligamos para todos e avisamos que as pessoas precisavam orar naquele momento", contou Aubrey.

Os médicos haviam alertado a família de que, devido à restrição do fluxo sanguíneo, o bebê poderia ser muito menor do que uma criança "saudável" de 35 semanas. Além disso, segundo eles, Cole poderia nem conseguir chorar.

Mas, logo após o nascimento, o menino começou a chorar normalmente e apresentou peso compatível com o de um bebê saudável para a idade gestacional.

"Pelos olhares que a equipe neonatal trocava entre si, eu percebia que eles estavam se perguntando por que estavam ali", destacou a avó.

A surpresa aumentou quando os exames realizados na UTIN não identificaram qualquer sinal do problema que havia sido diagnosticado durante a gravidez.

“Não há nada de errado. O bebê está bem”, testemunhou o pai após os exames.

E Aubrey acrescentou: “Eu caí no chão, com as mãos erguidas, louvando ao Senhor pelo milagre”.

‘O Senhor o curou completamente’

Como ainda era considerado prematuro, Cole permaneceu internado por 10 dias. Durante esse período, dois novos ecocardiogramas confirmaram que seu coração estava funcionando normalmente.

“As pessoas podem dizer que os médicos cometeram um erro, mas nós dizemos que não — temos todos os exames, todas as fotos, todos os diagnósticos — tudo isso — para provar. Os médicos não cometeram um erro: o Senhor o curou completamente”, declarou Aubrey.

Hoje, com 18 meses de idade, Cole é uma criança saudável, com desenvolvimento normal.

"Os médicos nos disseram que, sem cirurgia, Cole não sobreviveria — eles fizeram tantos ultrassons e viram tantos exames que tinham certeza de que era isso (coartação da aorta) que estava acontecendo. Mas o Senhor é maravilhoso — Ele o curou completamente — e Cole agora é um bebê perfeitamente saudável e feliz”, concluiu a avó. 

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