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Confederação Israelita do Brasil manifesta apoio a Israel contra o regime do Irã

A CONIB segue defendendo o direito de Israel de combater o terrorismo e garantir a segurança de seus cidadãos.

fonte: Guiame, Silas Anastácio

Atualizado: Segunda-feira, 2 Março de 2026 as 2:50

(Imagem ilustrativa gerada por IA)
(Imagem ilustrativa gerada por IA)

A Confederação Israelita do Brasil (CONIB) manifesta seu apoio a Israel e a sua população neste momento em que os Estados Unidos, com apoio de Israel e aliados da região e da Europa, lançam operações contra a ditadura teocrática do Irã.

Há 47 anos, o regime iraniano adota uma política externa baseada na destruição de Israel, na desestabilização regional, no financiamento de grupos terroristas e na promoção da violência contra seus vizinhos e contra o próprio povo iraniano.

O regime iraniano é hoje o principal patrocinador estatal do terrorismo, financiador do Hamas, do Hezbollah, dos Houthis, que não só buscam a destruição de Israel e dos judeus como oprimem as próprias populações sob seu domínio.

O cenário atual é consequência direta dessa estratégia destrutiva do regime teocrático iraniano.

É fundamental distinguir o regime iraniano de seu povo, que recentemente se levantou contra o regime e foi brutalmente massacrado - com estimativas de mais de 30 mil iranianos mortos na repressão.

A CONIB segue defendendo o direito de Israel de combater o terrorismo e garantir a segurança de seus cidadãos.

 

Silas Anastácio é fundador do Ministério Davar, evangelista e expositor bíblico com sólida atuação há mais de uma década em temas relacionados ao Estado de Israel e à comunidade judaica. Também desempenha papel estratégico nos bastidores da mídia evangélica, contribuindo para a articulação e divulgação de conteúdos que fortalecem os valores da fé cristã.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: Cristãos enfrentam maior perseguição da história, aponta relatório de 2026

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