Durante uma viagem missionária à África, a cantora Ana Paula Valadão, seu esposo Gustavo Bessa e os filhos Isaque e Benjamim visitaram o povo Nganguela, em Angola, e testemunharam o agir de Deus entre uma comunidade que já foi considerada inalcançada pelo Evangelho.
Durante a missão, a família esteve em uma aldeia localizada a cerca de duas horas de Huambo, na província do Bié, onde foram recebidos com louvores e danças de adoração a Deus.
“Esse é um povo que estava esquecido aqui na região. Não tinha nenhuma igreja, não tinha nada. E a igreja Diante do Trono veio aqui, está começando um trabalho missionário nesta região”, explicou Gustavo em um vídeo no Instagram.
Em meio aos louvores, mulheres, homens e crianças dançavam e celebravam a chegada da igreja Diante do Trono à comunidade.
“A gente conseguiu trazer o Evangelho para essa tribo. Eu não sei o que dizer”, disse Isaque, emocionado com a alegria da população.
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Os cristãos também visitaram algumas casas e realizaram um culto ao ar livre. Na ocasião, o pastor Gustavo ministrou a Palavra de Deus: “Um dia, Jesus alcançou a minha vida e é assim que Ele faz com todos nós”.
Em seguida, os moradores decidiram entregar presentes e frutos de suas colheitas à equipe missionária.
“Eles vieram trazer a oferta”, explicou Isaque. E Ana Paula acrescentou: “Estou muito emocionada. Vamos ter que levar os presentes que eles nos deram. As ofertas, os presentes. Tudo isso vai pôr no carro. Não podemos deixar aqui”.
Declarando a volta de Cristo
Ao falar sobre a fé dos moradores, Ana Paula contou que um dos momentos mais marcantes da missão foi ouvir os louvores entoados na língua nganguela.
“Algumas letras [dizem], por exemplo: ‘Quando eu penso na volta de Jesus, eu dou tudo o que eu tenho’. Então, a gente já estava indo embora e eles resolveram pegar do fruto da terra, da colheita deles. E nos deram muita coisa. Vieram em fila e cantando: ‘Quando eu penso na volta de Jesus, eu dou tudo o que eu tenho como oferta’”, afirmou a cantora.
Ana Paula também destacou outra canção que a impactou que expressava a esperança dos cristãos na vinda de Cristo.
“Uma outra música perguntava: ‘Você está triste?’. E ele respondeu: ’Não. Por quê? Porque eu estou pensando na volta de Jesus. Jesus está voltando em breve’”.
Já um terceiro louvor encorajava pessoas de todas as idades a se renderem a Cristo: “E a outra música também que me marcou falava assim: ‘Você está dizendo que você é velho? E que você vai deixar isso para as crianças? Não, não. Entregue sua vida para Jesus. Venha correndo para Jesus. Você não é velho. Entregue sua vida para Jesus’”.
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No Instagram, Isaque testemunhou sobre a experiência com o povo Nganguela, que por muitos anos foi considerado não alcançado pelo Evangelho.
“O povo Nganguela já foi considerado um povo inalcançado. Um povo esquecido por muitos, mas nunca esquecido por Deus”.
E continuou: “Que privilégio carregar o Evangelho até eles. Uma das coisas que mais me marcou foi ouvir os louvores deles. Canções falando sobre deixar tudo para seguir Jesus, sobre entregar a própria vida por Ele. Enquanto ouviam e cantavam, todos os rostos carregavam um sorriso. Não um sorriso de quem tem tudo, mas de quem encontrou Aquele que é tudo”.
Segundo Isaque, enquanto serviam a Deus, a família foi “profundamente constrangida pelo amor que receberam”:
“Fomos recebidos com tanta alegria, tanto calor e tanta honra que fica difícil colocar em palavras. Por alguns dias, tivemos o privilégio de ver de perto aquilo que um dia estará diante do trono: pessoas de toda tribo, língua e nação adorando o mesmo Cordeiro”.
“Jesus é digno de cada povo. Jesus é digno dos Nganguelas. E Jesus é digno de ser conhecido até que não exista mais nenhum povo inalcançado”, concluiu.