Cristão é morto após abrigar ex-muçulmanos que se converteram em Uganda

Os criminosos questionaram Benjamin Mayani sobre o paradeiro de Sharifa, uma mulher que havia aceitado Jesus, e o agrediram na cabeça com um bastão.

fonte: Guiame, com informações de Morning Star News

Atualizado: Sexta-feira, 6 Novembro de 2026 as 3:46

Benjamin Kule Mayani foi morto em uma emboscada. (Foto: Morning Star News).
Benjamin Kule Mayani foi morto em uma emboscada. (Foto: Morning Star News).

Um cristão, de 45 anos, foi brutalmente assassinado após abrigar ex-muçulmanos que se converteram em sua casa, em Uganda.

Segundo o Morning Star News, Benjamin Kule Mayani e um colega foram atacados por três islâmicos, enquanto voltavam de uma campanha evangelística na região de Kisinga, na noite de 29 de setembro.

Segundo um líder da Igreja Anglicana no oeste de Uganda, os criminosos planejaram uma emboscada para cristão, que trabalhava como professor em uma escola infantil.

Benjamin e o colega Pascal Muhindo receberam uma ligação de um homem, chamado Isifu Marjani, pedindo para encontrar eles na escola onde o cristão lecionava.

Benjamin e Pascal atenderam ao pedido. Quando estavam a cerca de dois quilômetros da escola, foram parados por três muçulmanos.

Os agressores interrogaram Benjamin sobre o paradeiro de Sharifa, irmã de Marjani, que havia se convertido à fé cristã.

O cristão havia acolhido Sharifa e outros ex-muçulmanos convertidos em sua casa. Depois, ele enviou a mulher para outro lugar por questões de segurança.

Durante o interrogatório, um dos muçulmanos atingiu Benjamim na cabeça com um grande bastão. Nesse momento, Pascal correu para pedir ajuda. Quando ele e moradores da área voltaram ao local, encontraram o cristão morto. 

Segundo a polícia local, Benjamim foia tingido na testa com um objeto contundente, desmaiou a poucos metros do local e morreu.

A polícia de Kising registrou o caso como assassinato e está investigando o episódio para identificar os criminosos.

Perseguição em Uganda

O ataque foi o mais recente de muitos casos de perseguição a cristãos em Uganda que foram registrados pelo Morning Star News.

Nos últimos anos, evangelistas, pastores e pregadores têm sido alvo de emboscadas realizadas por extremistas islâmicos no país.

A Constituição de Uganda garante liberdade religiosa, incluindo o direito de compartilhar a própria fé e de se converter de uma religião para outra. Cerca de 12% da população é composta por muçulmanos.

O país ocupa o 52º lugar da Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas.

veja também