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Jornalista reage a fala de advogada que elogia Hamas e Hezbollah

Ale Chianelli reagiu a entrevista que exalta Hamas e Irã, critica narrativa anticolonial e destaca violações contra mulheres sob regime iraniano, contestando falas de advogada.

fonte: Guiame, Silas Anastácio

Atualizado: Terça-feira, 5 Maio de 2026 as 1:12

A jornalista Ale Chianelli e a advogada Susana Botár. (Montagem: Print de video from / Israel Defense Forces / Instagram Ale Chianelli / Youtube Opera Mundi)
A jornalista Ale Chianelli e a advogada Susana Botár. (Montagem: Print de video from / Israel Defense Forces / Instagram Ale Chianelli / Youtube Opera Mundi)

A jornalista Ale Chianelli consolidou-se como uma das principais referências femininas do conservadorismo brasileiro.

Durante momentos delicados da guerra contra o Hamas, esteve em Israel, circulando por áreas de risco com colete à prova de balas e capacete.

Com cerca de 320 mil seguidores nas redes sociais, tornou-se uma das vozes femininas mais influentes no campo conservador.

Entre os episódios que mais chamaram atenção, Chianelli divulgou em seu perfil uma entrevista de Breno Altman com Susana Botár, advogada e doutoranda em Teoria do Direito pela USP, que declarou apoio ao Hamas e exaltou feitos do Hezbollah.

“Eu ouvi cada palavra sua e meu estômago revirou. Como é que pode uma mulher jovem, olhando nos olhos de outras mulheres, escolher glorificar o Hamas, o Hezbollah, a República Islâmica do Irã, Fidel Castro como os mais inspiradores movimentos contra o imperialismo? É patético”, disse Ale.

“Você chamou 7 de outubro de marco, que renasceu a causa da Palestina. Disse que o Irã dá um exemplo para o mundo. Pelo amor de Deus, em que mundo você vive? E, no fim, escolheu Cuba porque Fidel inspirou o Irã. Isso, para começar, não é análise, é romantizar algo. Você disse que o Hamas não tem nem comparação. Tem, sim. Tem comparação com o que aqueles terroristas fizeram com mulheres israelenses em 7 de outubro de 2023.”

Na visão da advogada Susana, os ataques de 7 de outubro representariam uma luta anticolonial contra os Estados Unidos e o imperialismo. Ela afirma ainda se alinhar ao Irã em oposição a Israel e aos EUA.

Ale cita as atrocidades sofridas por mulheres israelenses durante o ataque terrorista, classificando a ação como sadismo e psicopatia – e não como “resistência anticolonial”, como afirmou a advogada.

A jornalista também rebate a posição favorável ao Irã e, ao expor a realidade do país governado pelos aiatolás, defende as mulheres iranianas.

“Esse Irã transforma o corpo das próprias mulheres em campo de batalha diária. Você pode falar de imperialismo o quanto quiser, mas imperialismo nenhum inventou a loucura de matar uma menina por mostrar um pedaço do cabelo. Isso foi criado pelos homens que você endeusa – homens que, se vissem você sozinha neste vídeo, já a teriam sentenciado a 80 chibatadas.”

 

Silas Anastácio é fundador do Ministério Davar, evangelista e expositor bíblico com sólida atuação há mais de uma década em temas relacionados ao Estado de Israel e à comunidade judaica. Também desempenha papel estratégico nos bastidores da mídia evangélica, contribuindo para a articulação e divulgação de conteúdos que fortalecem os valores da fé cristã.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: Igreja evangélica abre espaço para a comunidade judaica

 

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